terça-feira, 15 de novembro de 2016

POEMA VAGO OLHANDO A CIDADE (Palmares, PE, 1970)










"Minha cidade 
ficará gravada 
num poema lívido e vago. 


Não será preciso citar becos e ruas 
inevitáveis em sua anatomia. 
Nem correr com a memória 
as lembranças e os minutos de agora." 

(Juareiz Correya) 



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Página reproduzida do livro 
AMERICANTO AMAR AMÉRICA E OUTROS POEMAS 
DO SÉCULO 20, de Juareiz Correya  
(Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010) 





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