sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

"AMERICANTO" : OPINIÃO DE PAULO AZEVEDO CHAVES









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Transplantando e adaptando o que aconteceu na Inglaterra, naquela época (anos 50), para o Nordeste brasileiro e para a década de 70, creio que poderíamos ver em Juareiz Correya (ou será um dos ?) o chefe de fila dos jovens irados de nossa poesia. E se não houver, se não surgirem em nosso Nordeste outros poetas irados, furiosos contra os formalismos, tabus e injustiças do nosso tempo, se o rebuscamento formal continuar sendo a tônica da jovem poesia da nossa região, tanto mais meritório será o trabalho de Juareiz Correya, esse escritor para quem o ser humano com sua necessidade de livre expressão e de libertação das forças que oprimem sua individualidade e cerceiam sua liberdade é o leitmotiv constante, permanente da poesia que escreve."  - Paulo Azevedo Chaves 



(Coluna Poliedro / Caderno Viver 
- Diario de Pernambuco, 
Recife, 14 de dezembro de 1973) 


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Transcrito do livro AMERICANTO AMAR AMÉRICA  
E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20, 
de Juareiz Correya  
(Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010) 


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