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POEMAS DO NOVO SÉCULO : "UM AZTECA"

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  MÚSICA E POESIA AZTECA  (Cerimônia de "Uma Flor")  _________________________________  Wikipédia  - pt.wikipedia.org/wiki/Civilização-asteca  UM  AZTECA  A América nasceu do meu sangue  E vive do meu sacrifício.  Lâminas e armas-de-fogo   Não destruíram os meus ancestrais  E o milho frutifica o sol   Sobre as edificações do meu coração.   Meu pensamento perpetua o meu povo :  A terra é o que são os seus homens.     Juareiz Correya  (América do Sul, julho / 2004)  _______________________________________________  Página do ebook  POEMAS DO NOVO SÉCULO  - Livro Um (2000 - 2009) -,  de Juareiz Correya,  a ser lançado neste primeiro semestre de 2021. 

Poemas Inéditos do Século 20 : O MELHOR PRESENTE

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Panfleto poético,  publicado em pequena tiragem  para distribuição entre amigos(as) pernambucanos. A Casa Branca   não enviará este ano  aos Povos da Terra,  dólares, armas, bombas,   mísseis, missionários, mercenários,  felicitações de Natal  e desejos de Próspero Ano Novo.  Mas a cabeça  "direita" e "brilhante"  (sem os restos do corpo)  do seu Peru-Pato-Porco-Presidente.  Juhareiz Correya   (Palmares - PE, dezembro/1986)  ______________________________________  Ilustração : Jamilton Correia 

"AMERICANTO" ... E Outros Poemas dos Séculos 20 e 21

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"Agora, à luz do poema AMERICANTO AMAR AMÉRICA, iniciamos,  neste bloglivro, a publicação de poemas de nossa autoria,  escritos sobre a América, inéditos e já veiculados em publicações  impressas e digitais.  São textos escritos em qualquer tempo,  e que não figuram no livros dos poemas aqui republicados,  desde o ano de 2010, até março deste ano.    Juareiz Correya  (Recife, junho de 2019) 

AMERICANTO AMAR AMÉRICA (Nono Canto, São Paulo, 1972)

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"América América doce América  árvores & bichos pregados nos meus cabelos    como poros sexuais multiplicam-se    eu sou tua alegria teu corpo teu deus  & tu me amas orgasmos de esperanças  luzes tontas na íntima Amazônia  como os trovões da minha voz  & os ardentes sonhos paradisíacos  & teu cansaço febril na minha boca         América América doce América"                          ________________________________________  Reprodução da página (39) do livro   AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20, de Juareiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora,  Recife, PE, 2010) 

AMERICANTO AMAR AMÉRICA (Oitavo Canto, São Paulo, 1972)

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"América América doce América  meu corpo te pertence flamejante & puro  nas tuas entranhas me divido   pasto para as tuas carnes vermelhas  minha carícias são mágicos jardins edênicos   & brasílica brisa  incendiada teu ventre se abre chão partido  & me engole assim com a cólera de séculos  paulicéias suicidam-se angustiadas  nos escritórios & nas ruas com as cordas  dos próprios músculos antes do carnaval  & vítimas habituais ferem as suas dores  no mesmo lugar agreste de águas"     ________________________________________ Reprodução da página (38) do livro   AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juareiz Correya  (Panamerica Nordestal Editora,  - Recife, PE, 2010) 

AMERICANTO AMAR AMÉRICA (Sétimo Canto, São Paulo, 1972)

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"América América teus gritos metem jovens nos meus ouvidos   de todas as cores & raças mesclados  irmãos nas ruas largas cantando canções   me arrastam alegorias  & países fantásticos de painéis  armadilhas de anúncios luminosos  & cavalos voadores & dragões  & poetas que alimentam-se de bombas atômicas  & ventres duros de fome  & choros de crianças guitarras  & mundos inteiros ansiando a hora  em que o fogo da minha carne  destrua os lobos & abutres & porcos  comedores de cabeças   _______________________________________  Reprodução da página (37) do livro  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juareiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora  - Recife, PE, 2010) 

AMERICANTO AMAR AMÉRICA (Sexto Canto, São Paulo, 1972)

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"América  tuas veias correm lavras vulcânica   no meu corpo todo possuído   & pelos meus poros estraçalhados  entram bandos de sóis argentinos explosivos   como noites espanholas  & eu me desespero poeta errante & louco  sambando & cantando loas africanas   nas dunas dos teus seios impetuosos  & vôo com os meus pés alados   na planície arenosa de púrpura & sal  para não descansar jamais"  _________________________________________ Reprodução da página (36) do livro  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juareiz Correya   (Panamérica Nordestal Editora  - Recife, PE, 2010)