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AMERICANTO AMAR AMÉRICA (Segundo Canto, São Paulo, 1972)

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Americanto Amar América / Segundo Canto  (São Paulo, SP, 1972)  América  eu me dou com este corpo de criança  que a tua febre come e joga  para os céus dos chacais   meu corpo virgem nas estradas  que a tua volúpia rodopia   além onde estão todas as promessas  para que o meu gozo encha os mares  & enterre todas as florestas  com tempestades de espermatozóides   _____________________________________________ Página (32) do livro AMERICANTO AMAR AMÉRICA   E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20  - Juareiz Correya -  Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010    

AMERICANTO AMAR AMÉRICA, poema de Juareiz Correya (São Paulo, 1972)

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Primeiro canto /  Poema escrito em São Paulo, SP, 1972 e publicado no Recife em 1975 América   mulher de carnes cruas pregadas no meu peito   como colunas de ventos colossais  meus gritos são alegria de tambores  & montanhas de plástico  são doces campos de açúcar .... ________________________________________________ Página (31) do livro AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20  - Juareiz Correya  -  Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010

AMERICANTO AMAR AMÉRICA & OUTROS POEMAS

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AMERICANTO AMAR AMÉRICA  &  OUTROS POEMAS  (Capa do livreto e crédito editorial)  ........................................................................................................  Reprodução da capa (pag. 29) e do crédito editorial  (página 30) do livreto AMERICANTO AMAR AMÉRICA  & OUTROS POEMAS /  Páginas do livro impresso  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  & OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20 - de Juareiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010) 

POETAS DE PALMARES (1973) : "MODULO", de Juareiz Correya

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Da antologia  POETAS DE PALMARES (1973)  ____________________________________________  Página (27) reproduzida do livro impresso  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20  - de Juareiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010) 

POETAS DE PALMARES (1973) : "Poema sobre poucas palavras modificado", de Juareiz Correya

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Da antologia  POETAS DE PALMARES (1973)  "........................... conheço os limites, as possibilidades para encontrar   o solo. são poucas  como as chaves"  ________________________________________ Página (26) do livro impresso  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juaeiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010) 

POETAS DE PALMARES (1973) : "Finadia", de Juareiz Correya

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"Finadia", da antologia  POETAS DE PALMARES (1973)  ................................................................ "eu sobrenado no cemitério ridículo onde besouros acendem velas  e iluminam os semblantes dos mortos florindo nas sepulturas.  Histórias saem do chão  e arrotam contra o meu peito   odor e elos com as suas bocarras estendidas."      _______________________________________ Página (25) do livro impresso   AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juareiz Correya  (Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010)

POETAS DE PALMARES (1973) : "Velha Seca", de Juareiz Correya

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"Velha Seca", da antologia  POETAS DE PALMARES (1973)  .........................................................................  "(...)  Ontem eu estava louca pra fazer, ela disse assim   sem espantar as caras habituais do bar.  E contou se afogando no copo de vinho  que procurou um homem a noite inteira e não encontrou nada..."  ____________________________________  Página (24) do livro impresso  AMERICANTO AMAR AMÉRICA  E OUTROS POEMAS DO SÉCULO 20,  de Juareiz Correya   (Panamerica Nordestal Editora, Recife, PE, 2010)